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De Quando (ouvir)(ver letra)Canção da Bailarina (ouvir)(ver letra)Batuque Não (ouvir)(ver letra) Like a Devil (ouvir)(ver letra) Canta Baixinho (ouvir)(ver letra)Meu Nego (ouvir)(ver letra)Vinegar Tom (ouvir)(ver letra)Ninguém Fala (ouvir)(ver letra)
De QuandoLembra de quando eu te mirava Você mal notava Mas me espiava também Lembra de quando eu te beijava Você mal gostava Apenas não me deixava partir Lembra de quando eu te apertava Você mal respirava suficientemente Pra sussurrar por mais Não vou mais distrair e trair meu coração E as manhãs hão de me ensinar A despertar sem em ti lembrar Enquanto isso eu desligo o alarme Acendo um cigarro Puxo o cobertor e volto a sonhar Canção da BailarinaAlguma coisa acontece Eu perco o controle Não há calendário, o dia e a hora Das cores que chegam e pintam teu rosto Caindo noites em claro Meus olhos passeiam Não há carneirinhos que possam fazer Minha cabeça sair de você E a bailarina dança aqui E o que me encanta é o seu andar Que não se cansa de dançar Se a bailarina não dormir A melodia é um romance da sétima arte Um beijo, um poema, se faz estandarte Escrito em momentos me faço Neruda Na mais sublime saudade Te chamo baixinho Pois tenho ciúmes que outros descubram A bela poesia que faz o teu nome Batuque NãoVamos Batucar Tremer o Chão O mundo pode acabar, meu batuque não Meu batuque é mais que uma nação O mundo já tá pra acabar, meu batuque não Toda vez que eu canto pra vocês Eu nem acredito Sempre mais Eu ganho no grito Vai chover e o céu derreter tudo que vivo Não dá mais, já tá resolvido. Então vamos Batucar Tremer o Chão O mundo pode acabar, meu batuque não Meu batuque é mais que uma nação O mundo já tá pra acabar, meu batuque não Outra vez Corro um tempo por vez Não corro perigo Te esperar Parece um castigo O amanhã é um maybe talvez Eu dobro e estico Pode mais quem samba o destino Então vamos Batucar Tremer o Chão O mundo pode acabar, meu batuque não Meu batuque é mais que uma nação O mundo já tá pra acabar, meu batuque não (Hiroshima, depressão, Complexo do Alemão Camará) (Histeria, Vietnã, Complexo do Alemão Camará) IlhadaDo meu jeito manso quero te provar Com a fúria do meu paladar Mas tenho medo de insistir Nesse teu medo de existir Mútuo e recíproco, simultâneo Foi assim o nosso amor, instantâneo Não preciso lembrar o que nunca esqueci Mas como posso mergulhar Se estou ilhada na saudade E o mar está longe daqui Meu cachorro come peixe Meu gato alpiste Eu gosto é de você Quem é que decide? Então choro sorrindo Rio cantando Acordo dormindo Te espero sambando O silêncio da tua boca na minha Era tudo que eu queria ouvir A arte de fazer é a manha de sentir A paciência é algo sério Depende do mistério que se deseja desvendar Se eu viver mil anos, você também viverá Like a DevilYou fuck like a devil Canta BaixinhoCanta baixinho na escuridão Dança na palma da minha mão Encontrei a tentação certa Amo observar aqui de cima O teu corpo nu e sem fronteiras Um presente de ordem divina Pra uma nômade de alma brasileira Celebrar essa unificação Luar, espírito e coração Suave, lenta e sutilmente Meu destino me conduz ao teu colo E o teu à minha luz Se o amor é cego Não desejo mais ver Apenas sentir E se a inspiração se distrair E o tempo esgotar Nunca mais haverá razão Pra eu me dividir e me entregar Não demora Meu NegoO meu nego que eu chamo de bonito Fez cara feia pro meu samba sem partido Desgostou da minha camisa Me caçoa de adoidada Só porque eu voto nulo Vem cá meu nego "Se" admira de você Se sou biruta posso muito lhe dizer Não me arrisco em furadas "Se" importo com as "pessoa" Toda aquela coisarada de eleição Canto com as minhas pregas Canto com o meu suor Nas ruas sou mais um que grita Pra que as ruas fiquem bem melhor Eu não jogo suas regras Dez por cento da conta vai pro goró Vinegar TomO que quer ver nas telas de cinema? O que mais deseja ter rolando à noite em sua cama? Sua boca seca, seu coração dispara Sempre que desperta a cama está molhada Mulheres nua povoam sua mente Perversas criaturas em corpos tão ardentes Só para o prazer é que estão no mundo Uma virgem pra casar as outras para o sexo imundo Dama de Satã Filha de Satã Noiva de Satã Putinha de Satã No reino poderoso do boteco diz que é macho Diz que tem grana no bolso Mas só fila do meu maço No fundo é covarde e chora em segredo Tem medo do futuro e dorme chupando o dedo Ninguém FalaCaminhando na manhã Gotas de insonia na calçada Dizem que sou eu Uma anciã me sussurra Mensagens instantâneas Um quadrado sem status Topando em escolhas
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